O cenário que o varejo farmacêutico precisa enfrentar agora
Chegamos à última semana de março de 2026, um marco temporal crítico para as farmácias e drogarias de todo o Brasil. Historicamente, este é o período do reajuste anual da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), mas este ano o cenário é muito mais complexo e perigoso para o caixa do varejista.
Diferente dos anos anteriores, o aumento que chega às gôndolas em 1º de abril não reflete apenas a inflação (IPCA). Ele traz consigo o peso da transição da Reforma Tributária e os ajustes definitivos da LC 224/2025.
O que mudou na indústria?
A indústria farmacêutica recalculou sua estrutura de custos. Com o fim do antigo regime de crédito presumido e a introdução das alíquotas de teste do IVA Dual (CBS e IBS), o custo de fabricação subiu. Esse aumento está sendo repassado integralmente para o Preço Fábrica (PF).
Na prática, a indústria está antecipando o custo tributário da transição, e quem pagará a conta inicialmente é o varejo que não estiver preparado.

O “Efeito Dominó” na Cadeia Farmacêutica
O impacto não é linear, ele se propaga de forma agressiva:
A Data Crítica: 31 de Março
Até o dia 31 de março, seu estoque atual é o seu maior ativo financeiro. A partir de 1º de abril, a nova realidade de preços e tributos entra em vigor.
O que sua empresa precisa fazer agora:
Como a Zênite Contabilidade protege sua farmácia
Na Zênite, somos especialistas em transformar essa burocracia em estratégia. Através do nosso Diagnóstico de Saúde Tributária, identificamos onde sua farmácia está perdendo dinheiro para o governo e como blindar sua margem contra os aumentos da indústria. O mercado farmacêutico em 2026 exige mais do que um contador; exige um parceiro de gestão.
Sua farmácia está pronta para o dia 1º de abril?

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